A Investidor Profissional (IP) foi fundada em 1988 como a primeira empresa de gestão de recursos independente constituída no Brasil. Nosso foco é ações. Nos dedicamos exclusivamente à atividade de gestão de recursos: taxas de administração e performance são nossas únicas fontes de receita.

A IP segue o modelo de partnership, em que os principais integrantes da equipe tornam-se sócios. Atualmente a empresa tem cinco sócios, incluindo os dois co-fundadores.

Como investidores value-oriented, buscamos retornos de longo prazo e acreditamos que pesquisa, conhecimento, análise independente, bom senso e disciplina são a maneira de consegui-los. A experiência nos ensinou que "para chegar em primeiro, primeiro é preciso chegar" e que resultados de longo prazo são consequência da escolha certa de valores, cultura, processos e relacionamentos.

Nossos fundos, de acordo com seus diferentes mandatos, investem em empresas em variados países, setores, níveis de liquidez e valor de mercado - e seguindo apenas algumas estratégias: long-only ações Brasil, long/short ações Brasil e ações globais. Embora tenhamos começado como uma casa focada apenas em ações negociadas no Brasil, sempre analisamos empresas em mercados mais desenvolvidos para melhorar nosso conhecimento sobre as empresas brasileiras - e negócios em geral - e para antecipar tendências e modelos de negócio que pudessem ser implementados no Brasil. Temos investido em empresas de outros países desde 2001.

Nosso primeiro fundo, o IP-Participações, foi lançado em Fevereiro de 1993. É um fundo de ações com um dos históricos mais longos da indústria local. Desde o início da gestão IP, o fundo acumula retorno anualizado de 24%(1) ao ano em dólares e líquido de taxas.

Atualmente a empresa gere R$ 1,2 bilhões(1) em recursos de pessoas físicas e investidores institucionais, brasileiros e estrangeiros.

(1)Dezembro de 2011

Seguimos uma filosofia de investimentos orientada a valor, com horizonte de longo prazo, com viés fundamentalista e calcada no conhecimento profundo e independente dos ativos. Isso se traduz em princípios básicos que nos guiam no dia a dia:

Independência

Dependemos apenas de nossos processos de análise de investimentos e tomada de decisão e acreditamos que nosso compromisso absoluto com a qualidade desses processos é o fator mais importante do nosso negócio. Pagamos todos os dias os "pedágios do conhecimento" para adquirirmos de forma pró-ativa abordagens, "modelos mentais" e informações de diversas disciplinas, indústrias, empresas, modelos de negócios e veículos de investimento - sempre com escopo global.

Horizonte de investimentos

Temos um horizonte de investimento diferente do da média do mercado, e nos atemos a esse horizonte com disciplina. Com foco no longo prazo e profundo conhecimento das empresas em que investimos, podemos aproveitar as oportunidades trazidas por reações abruptas e conjunturais no mercado. Somos investidores de longo prazo, jamais market timers. Citando Warren Buffett: "O mercado está aí para nos servir e não para nos instruir".

O que procuramos

Nosso objetivo é, em última análise, identificar empresas negociando a preços bem abaixo de seu valor. Queremos achar oportunidades que oferecem uma combinação dos seguintes fatores:

  • Modelo de negócios superior e facilmente compreensível.
  • Perspectivas de longo prazo favoráveis.
  • Gestores competentes e honestos que estejam alinhados com os interesses dos acionistas minoritários.
  • Preços atraentes.

Claro que não é fácil encontrar empresas oferecendo todas as características acima ao mesmo tempo. Nosso desafio é encontrar oportunidades de investimento que combinem esses fatores de forma que os riscos incorridos possam ser mais do que justificados pela margem de segurança que teremos ao investir.

Giro da carteira

O giro da carteira é baixo porque só investimos quando temos grande convicção sobre as oportunidades, após análise profunda. É comum mantermos as posições por mais de três anos.

Investimento ativo

Somos investidores ativos quando necessário. Mantemos contato estreito com os gestores de nossas principais posições para melhor entender suas motivações, antecipar seus comportamentos, e ajudar em assuntos nos quais podemos agregar valor. Nossa abordagem é colaborativa: procuramos oportunidades para trabalhar junto aos gestores e controladores para gerar/ liberar valor. Em nossa história de 21 anos, tivemos casos envolvendo estrutura e alocação de capital, questões estratégicas e de eficiência operacional e relacionamento com o mercado de capitais/ busca de liquidez. Como tem que ser, as decisões são tomadas caso a caso.

Concentração

Investimos de forma concentrada, pois não acreditamos em diluir nossas melhores idéias de investimento com outras de menor convicção. Pensamos que investir sem conhecimento profundo, tendo a "diversificação" como único propósito, é bem mais arriscado do que concentrar nossos investimentos em empresas que conhecemos muito bem. É comum que nossas cinco maiores posições representem 40-50% de nossas carteiras.

Risco

Não associamos risco às flutuações inevitáveis do mercado no curto prazo. Definimos risco como a possibilidade de perda permanente de capital e acreditamos que a melhor forma de minimizá-lo é:

  • Investindo com uma grande margem de segurança, comprando barato o suficiente para podermos esperar a convergência preço/ valor e obter retornos satisfatórios.
  • Não usando alavancagem. Jamais arriscaremos o patrimônio dos cotistas e nosso futuro como negócio para ganhar alguns poucos pontos percentuais a mais.

Principais Sócios

Bruno Barreto
Bruno possui nove anos de experiência em investimentos. Além de membro dos Comitês Executivo e de Investimento, Bruno é um dos integrantes da equipe que faz a gestão da carteira de ações brasileiras na estratégia long-only e gestor da estratégia long/short desde 2008. Entre 2004 e junho de 2008, Bruno foi gestor de carteira assistente e, como analista de empresas, foi responsável pelos setores de Mineração e Siderurgia, assim como por situações especiais. Ele entrou na IP em 2004 e trabalhou em diferentes áreas, incluindo trading. Anteriormente, trabalhou na mesa de trading da Ágora Senior. Bruno é economista pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (IBMEC-RJ).

Christiano Fonseca Filho
Christiano começou a trabalhar com investimentos em ações em 1983. Além de sócio fundador e membro do Comitê de Investimento, ele é Presidente do Comitê Executivo, que define a estratégia da IP, supervisiona sua execução e estabelece a política de remuneração/ incentivos. Antes disso, Christiano foi responsável pela área de Relações com Investidores (até 2003). No início da carreira, ocupou diversos cargos no Banco Boavista, Cash Corretora, Banco Fonte e Corretora Nacional.

Elsen Carvalho
Elsen possui 15 anos de experiência. Ele dedica a maior parte do seu tempo aos Comitês Executivo e de Investimento, além de ser responsável pela área de Relações com Investidores. Entre 2003 e 2008, foi responsável por desenvolver relacionamentos com investidores e canais de distribuição no Brasil e exterior. De 2000 a 2003, antes de entrar na IP, Elsen foi empreendedor do setor de tecnologia/web e foi CEO de duas empresas que receberam investimentos da InVent S.A., uma empresa de venture capital focada em TI, mídia e comércio eletrônico. Antes disso, trabalhou no Banco Bozano Simonsen em diversas áreas incluindo equity research, e na área de Corporate Finance do Unibanco. Ele é economista pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui mestrado em administração de empresas pela COPPEAD/UFRJ.

Roberto Vinhaes
Roberto começou a trabalhar com investimentos em ações em 1980. Além de sócio fundador e membro do Comitê de Investimento, ele é gestor do fundo IP-Global. Roberto foi gestor da carteira long-only de ações brasileiras durante o período em que foram realizados os primeiros investimentos ativos do fundo, considerados pioneiros no Brasil, como a cisão (e subsequente venda) da Elevadores Atlas pela Aços Villares em 1999. Roberto ajudou direta e indiretamente na obtenção de importantes melhoras em governança corporativa no Brasil, como a concessão voluntária pela Saraiva (Bovespa: SLED4) do direito de tag-along para ações preferenciais em 2000, anos antes da prática se tornar usual no país. Roberto é engenheiro formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Rodolfo Marinho
Rodolfo possui 13 anos de experiência. Ele é membro dos Comitês Executivo e de Investimento. Rodolfo foi responsável por desenvolver todos os sistemas online da IP relativos a apoio de decisões e back-office, uma iniciativa pioneira no setor. Desde que se juntou à IP, em dezembro de 2003, acumulou responsabilidades em todas as áreas de apoio e back-office, como tecnologia, compliance, operação, gestão de risco e administração. Antes de entrar na IP, trabalhou por cinco anos em empresas de consultoria de TI e desenvolvimento, como a Ability Communication & Technology e Delage Consulting & Systems, nos cargos de gestor de projeto e chefe de desenvolvimento. Rodolfo possui diploma em Tecnologia da Informação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e MBA Executivo em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (IBMEC-RJ).

• Este site tem o único propósito de divulgar informações e dar transparência à gestão executada pela Investidor Profissional, não deve ser considerado como oferta de venda de cotas de fundos de investimento ou de qualquer título ou valor mobiliário e não constitui o prospecto previsto na Instrução CVM 409 ou no Código de Auto-Regulação da ANBIMA. • Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento do fundo de investimento ao aplicar os seus recursos. • A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. • A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. • Para avaliação da performance do fundo de investimento, é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 (doze) meses. • Fundos de Investimento não contam com a garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do Fundo Garantidor de Créditos - FGC. • Nos fundos geridos pela Investidor Profissional a data de conversão de cotas é diversa da data de resgate e a data de pagamento do resgate é diversa da data do pedido de resgate. • Os fundos geridos pela Investidor Profissional utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. • Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a conseqüente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo do fundo. • Os fundos multimercados e de ações com renda variável podem estar expostos a significativa concentração em ativos de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes. • Os fundos de crédito privado estão sujeitos a risco de perda substancial de seu patrimônio líquido em caso de eventos que acarretem o não pagamento dos ativos integrantes de sua carteira, inclusive por força de intervenção, liquidação, regime de administração temporária, falência, recuperação judicial ou extrajudicial dos emissores responsáveis pelos ativos do fundo. • Os fundo de investimento em cotas podem aplicar em fundos de investimento que utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em perdas patrimoniais para seus cotistas. • Não há garantia de que os fundos multimercado terão o tratamento tributário para fundos de longo prazo. • Os fundos geridos pela Investidor Profissional estão autorizado a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior, conforme descrito em seus respectivos regulamentos. • Em atendimento à Instrução CVM nº 465, desde 02/05/2008, os fundos de ações deixaram de apurar sua rentabilidade com base na cotação média das ações e passaram a fazê-lo com base na cotação de fechamento. Assim comparações de rentabilidade devem utilizar, para períodos anteriores a 02/05/2008, a cotação média dos índices de ações e, para períodos posteriores a esta data, a cotação de fechamento. • Fundo IP-Participações FIC FIA: Público alvo: Investidores Qualificados; Início das atividades do fundo: 03/07/1990 (sob a gestão atual desde 26/02/1993); Rentabilidade no ano: 4,71%; PL médio 12 meses: 217.974.946,80; Taxa de administração: 2%aa; Taxa de performance: 15% sobre o que exceder o IGPM; • Fundo IP-Value Hedge FIC FIA: Público alvo: Exclusivamente investidores qualificados que visam níveis de rentabilidade no longo prazo através do investimento em ações, e que entendam os riscos envolvidos nas operações dos mercados de ações e de derivativos; Início das atividades do fundo: 23/10/2003 (sob a gestão atual desde 13/04/2006); Rentabilidade no ano: 2,07%; PL médio 12 meses: 53.341.581,66; Taxa de administração: 2%aa (podendo atingir no máximo 2,5%aa no caso de investir em outros fundos); Taxa de performance: 20% sobre o que exceder o CDI; • Fundo IP-Global FIC FIM - Crédito Privado - Invest. no Exterior: Público alvo: Investidores qualificados, conforme definição dada pela Instrução CVM nº 409/04, que visam níveis de rentabilidade superiores aos dos instrumentos de renda fixa convencionais, e que entendam os riscos envolvidos nas operações com derivativos, suportando um nível de volatilidade acima da média dos ativos de renda fixa disponíveis no mercado.; Início das atividades do fundo: 29/09/2009 (sob a gestão atual desde 30/09/2009); Rentabilidade no ano: -1,96%; PL médio 12 meses: 11.348.528,67; Taxa de administração: 2%aa; Taxa de performance: 20% sobre o que exceder o IGPM+6%aa; • Fundo IP-Part. Institucional FIC FIA: Público alvo: O fundo destina-se a receber, com exclusividade, os recursos de investidores qualificados nos termos da legislação em vigor, inclusive das provisões de Seguradoras, Entidades Abertas ou Fechadas de Previdência Complementar, bem como dos Regimes Próprios de Previdência Social instituídos pela União, Estados, Distritos Federais e Municípios, cada qual com aplicação inicial no fundo de, no mínimo, R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).; Início das atividades do fundo: 02/09/1998; Rentabilidade no ano: 5,26%; PL médio 12 meses: 49.411.122,97; Taxa de administração: 1%aa; Taxa de performance: 15% sobre o que exceder o IGPM+6%aa; • Fundo IP-Part. Institucional II FIC FIA: Público alvo: O fundo destina-se a receber, com exclusividade, os recursos de investidores qualificados nos termos da legislação em vigor, inclusive das provisões de Seguradoras, Entidades Abertas ou Fechadas de Previdência Complementar, bem como dos Regimes Próprios de Previdência Social instituídos pela União, Estados, Distritos Federais e Municípios, cada qual com aplicação inicial no fundo de, no mínimo, R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).; Início das atividades do fundo: 01/09/2011; Taxa de administração: 2%aa; Taxa de performance: 20% sobre o que exceder o IBrX;
CCC